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	<title>Blog do Psicologado.com</title>
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		<title>Quer ganhar livros???!!!!!!</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 01:24:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flora Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[Promoções]]></category>
		<category><![CDATA[promoção]]></category>
		<category><![CDATA[publique]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você tem algum texto e gostaria de publicar, essa é sua oportunidade! Sendo colaborador do Psicologado.com você além de mostrar suas produções concorre a livros todos os meses!
Os textos enviados podem abordar qualquer assunto, Estarão concorrendo todos os colaboradores que enviarem material para ser publicado até 2 (dois) dia antes do sorteio, se o material for aprovado para publicação. Os participantes concorrerão desde o momento do envio até quando o Psicologado.com deixar de realizar esta promoção. (sem data prevista para término).
O sorteio será realizado de forma aleatória virtual (utilizando ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Se você tem algum texto e gostaria de publicar, essa é sua oportunidade! Sendo colaborador do <a title="Portal de Psicologia" href="http://psicologado.com" target="_self">Psicologado.com</a> você além de mostrar suas produções concorre a livros todos os meses!</p>
<p style="text-align: left;">Os textos enviados podem abordar qualquer assunto, Estarão concorrendo todos os <a title="Seja colaborador do Psicologado" href="http://www.psicologado.com/site/ajude-a-construir-o-psicologado" target="_self">colaboradores</a> que enviarem material para ser publicado até 2 (dois) dia antes do sorteio, se o material for aprovado para publicação. Os participantes concorrerão desde o momento do envio até quando o Psicologado.com deixar de realizar esta promoção. (sem data prevista para término).</p>
<p style="text-align: left;">O sorteio será realizado de forma aleatória virtual (utilizando um site que faz sorteio aleatório a partir de uma lista). Cada colaboração contará 1 ponto para a participação, ou seja, quem enviar 1 texto terá 1 chance de ganhar, quem enviar dois terá duas chances de ganhar, e assim sucessivamente.</p>
<p style="text-align: left;">Os textos, pesquisas, noticias, e colaborações em geral devem ser enviadas para o e-mail: artigos@psicologado.com ou contato@psicologado.com</p>
<p style="text-align: left;">Os livros sorteados esses mês serão:</p>
<p style="text-align: left;"><a title="livros para setembro" href="http://psicologado.com/site/promo/premiacao/livros-setembro" target="_self">Psicanálise e Religião: um diálogo interminável &#8211; Sigmund Freud e Oskar Pfister (Carlos Dominguez Morano, Edições Loyola: São Paulo &#8211; SP, 2008</a>.</p>
<p style="text-align: left;"><a title="livros para setembro" href="http://psicologado.com/site/promo/premiacao/livros-setembro" target="_self">Introdução à Psicologia Fenomenológica &#8211; a nova psicologia de Edmund Husserl (Tommy Akira Goto, Paulus: São Paulo &#8211; SP, 2008</a></p>
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		<title>Conheça as 10 razões da Psicologia contra a redução da maioridade penal</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 07:36:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joselson Silvestre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[1. A adolescência é uma das fases do desenvolvimento dos indivíduos e, por ser um
período de grandes transformações, deve ser pensada pela perspectiva educativa. O
desafio da sociedade é educar seus jovens, permitindo um desenvolvimento adequado
tanto do ponto de vista emocional e social quanto físico;
2. É urgente garantir o tempo social de infância e juventude, com escola de qualidade,
visando condições aos jovens para o exercício e vivência de cidadania, que permitirão
a construção dos papéis sociais para a constituição da própria sociedade;
3. A adolescência é momento de passagem da infância para a ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1. A adolescência é uma das fases do desenvolvimento dos indivíduos e, por ser um<br />
período de grandes transformações, deve ser pensada pela perspectiva educativa. O<br />
desafio da sociedade é educar seus jovens, permitindo um desenvolvimento adequado<br />
tanto do ponto de vista emocional e social quanto físico;</p>
<p>2. É urgente garantir o tempo social de infância e juventude, com escola de qualidade,<br />
visando condições aos jovens para o exercício e vivência de cidadania, que permitirão<br />
a construção dos papéis sociais para a constituição da própria sociedade;</p>
<p>3. A adolescência é momento de passagem da infância para a vida adulta. A inserção<br />
do jovem no mundo adulto prevê, em nossa sociedade, ações que assegurem este<br />
ingresso, de modo a oferecer – lhe as condições sociais e legais, bem como as<br />
capacidades educacionais e emocionais necessárias. É preciso garantir essas condições<br />
para todos os adolescentes;</p>
<p>4. A adolescência é momento importante na construção de um projeto de vida adulta.<br />
Toda atuação da sociedade voltada para esta fase deve ser guiada pela perspectiva de<br />
orientação. Um projeto de vida não se constrói com segregação e, sim, pela orientação<br />
escolar e profissional ao longo da vida no sistema de educação e trabalho;</p>
<p>5. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) propõe responsabilização do<br />
adolescente que comete ato infracional com aplicação de medidas socioeducativas. O<br />
ECA não propõe impunidade. É adequado, do ponto de vista da Psicologia, uma<br />
sociedade buscar corrigir a conduta dos seus cidadãos a partir de uma perspectiva<br />
educacional, principalmente em se tratando de adolescentes;</p>
<p>6. O critério de fixação da maioridade penal é social, cultural e político, sendo<br />
expressão da forma como uma sociedade lida com os conflitos e questões que<br />
caracterizam a juventude; implica a eleição de uma lógica que pode ser repressiva ou<br />
educativa. Os psicólogos sabem que a repressão não é uma forma adequada de<br />
conduta para a constituição de sujeitos sadios. Reduzir a idade penal reduz a igualdade<br />
social e não a violência &#8211; ameaça, não previne, e punição não corrige;</p>
<p>7. As decisões da sociedade, em todos os âmbitos, não devem jamais desviar a<br />
atenção, daqueles que nela vivem, das causas reais de seus problemas. Uma das<br />
causas da violência está na imensa desigualdade social e, conseqüentemente, nas<br />
péssimas condições de vida a que estão submetidos alguns cidadãos. O debate sobre a<br />
redução da maioridade penal é um recorte dos problemas sociais brasileiros que reduz<br />
e simplifica a questão;</p>
<p>8. A violência não é solucionada pela culpabilização e pela punição, antes pela ação nas<br />
instâncias psíquicas, sociais, políticas e econômicas que a produzem. Agir punindo e<br />
sem se preocupar em revelar os mecanismos produtores e mantenedores de violência<br />
tem como um de seus efeitos principais aumentar a violência;</p>
<p>9. Reduzir a maioridade penal é tratar o efeito, não a causa. É encarcerar mais cedo a<br />
população pobre jovem, apostando que ela não tem outro destino ou possibilidade;</p>
<p>10. Reduzir a maioridade penal isenta o Estado do compromisso com a construção de<br />
políticas educativas e de atenção para com a juventude. Nossa posição é de reforço a<br />
políticas públicas que tenham uma adolescência sadia como meta.</p>
<p>fonte: <a href="http://www.pol.org.br" target="_blank">POL</a></p>
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		<title>Video: Classe Média, por Max Gonzaga</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 13:42:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joselson Silvestre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Video]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[forte, intensa, verdadeira &#8211; uma reflexão sobre a realidade brasileira:



]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>forte, intensa, verdadeira &#8211; uma reflexão sobre a realidade brasileira:</p>
<div style="text-align:center" align="center">
<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/KfTovA3qGCs&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/KfTovA3qGCs&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object>
</div>
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		<title>Dinheiro compra felicidade?</title>
		<link>http://blog.psicologado.com/dinheiro-compra-felicidade/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 07:55:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joselson Silvestre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta é a pergunta que fizeram dois grupos distintos de pesquisadores de diferentes instituições e, pasme, a conclusão dos dois estudos é a mesma!
Embora com direcionamentos diferentes, as duas pesquisas foram norteadas pelo mesmo questionamento: dinheiro pode mesmo &#8216;comprar&#8217; felicidade? O primeiro estudo, realizado pela University of Minnesota, e lançado no vol 90 n. 4 do Journal of Personality and Social Psychology (Abril/2006). A orientadora da pesquisa, a PhD Wendy Johnson, afirma que o dineheiro pode ajudar pessoas que estão seguras quanto à sua situação financeira a exercer maior controle ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Esta é a pergunta que fizeram dois grupos distintos de pesquisadores de diferentes instituições e, pasme, a conclusão dos dois estudos é a mesma!</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Embora com direcionamentos diferentes, as duas pesquisas foram norteadas pelo mesmo questionamento: dinheiro pode mesmo &#8216;comprar&#8217; felicidade? O primeiro estudo, realizado pela University of Minnesota, e lançado no vol 90 n. 4 do Journal of Personality and Social Psychology (Abril/2006). A orientadora da pesquisa, a PhD Wendy Johnson, afirma que o dineheiro pode ajudar pessoas que estão seguras quanto à sua situação financeira a exercer maior controle acerca dos acontecimentos que podem acontecer no futuro. O sentimento de controle sobre o futuro os ajuda a sentir mais seguros e felizes.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">&#8220;Digamos que você está em um acidente de carro e que você está bem, apesar de seu carro estar destruído,&#8221; afirma Wendy Johnson, &#8220;se você está em circunstâncias financeiras apertadas, aquilo pode representar um grande problema &#8211; uma boa porção dos seus recursos financeiros ficará presa na manutenção/reparo desse carro, como resultado a situação a situação irá incidir em seu nível de satisfação quanto a vida. Mas se você for rico, pode simplesmente comprar um novo carro, ou consertá-lo. Isto não reflete em ambos na mesma intensidade.&#8221;</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O estudo envolveu 719 gêmeos do mesmo sexo, com idade variando entre os 25 e os 74 nos, a eles foi pedido que provessem informações sobre os seus ganhos anuais em várias categorias, incluindo vida pessoal e receita marital, assim como informações sobre seu status marital, número de crianças vivendo em casa e a quantidade de dinheiro que eles desembolsam com as crianças e outros parentes.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Os pesquisadores também fizeram levantamentos com os participantes em suas atitudes sobre suas finanças, como se eles sentem que tem menos ou mais dinheiro do que precisam, e sua percepção de controle com questões quais: &#8220;como você classificaria a quantidade de controle que você tem sobre sua saúde estes dias?&#8221;</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">OS pesquisadores descobriram que riqueza real das pessoas independe da maneira como elas se sentem a respeito de sua situação financeira &#8211; mesmo entre gêmeos. Isto significa que aqueles que compreendem possuir quantidade de dinheiro adequada estão mais aptos a satisfazer seus desejos materiais e a reservar algumas ecnonomias, tornando-os mais propicios a sentir-se como se pudessem exercer controle sobre suas vidas. Como resultado, quando alguem evento negativo acontece em suas vidas como a ocorrência de um acidente de carro, eles estão menos propensos a sentir uma queda subatancial na satisfação com a vida, ao passo em que as despesas com os acontecimentos circunstanciais do que pessoas que estão procurando por gastar seu dinheiro em um novo stéreo, roupas ou outro item material.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">&#8220;O dinheiro salvaguarda as pessoas dos efeitos negativos das ocorrências infortunas&#8221; diz Johnson.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Interessante guardar na memória este ponto: o modo como as pessoas gastam este dinheiro influencia mais sua satisfação e segurança do que a quantidade de dinheiro que elas recebem de fato, será importante para fazer uma ponte com o resultado da próxima pesquisa, que citarei agora.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A segunda pesquisa que citarei foi realizada por pesquisadores da University of British Columbia (UBC) e da Harvard Business School e publicada na mundialmente notável Science. Eles afiram que aquelas pessoas que gastam bastante com presentes para outros e realizam doações são mais felizes do que seus pares.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Para realizar tal pesquisa, os psicólogos da UBS deram uma bolada de dinheiro para os voluntários gastarem. Uma parte do grupo foi instruída a gastar esse dinheiro consigo mesmas e a outra metade a gastar com outras pessoas. O resultado foi que os que gastaram com os outros se avaliaram como sendo mais felizes do que os que gastaram com eles próprios.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A pesquisa realizada pela Harvard Business School foi realizada com 16 voluntários, a quem foi pedido que medissem sua felicidade antes e depois de receberem bonificações em dinheiro. As que gastaram seu dinheiro com os outros se avaliaram como mais felizes do que os colegas de trabalho que deixaram de dividir a gratificação.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">“Essas descobertas sugerem que alterações bem pequenas na distribuição de gastos, algo tão pouco como US$ 5, pode ser suficiente para produzir ganhos reais de felicidade em um determinado dia”, diz a autora do estudo e psicóloga da UBC Elizabeth Dunn. (Boston Globe, The New York Times’ Tierney Lab).</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Estes resultados comprovam o que alguns há muito afirmavam ou o que outros se negam a aceitar, o dinheiro possui forte influência sobre a sensação de bem-estar do indivíduo, seja por propiciar segurança, seja por possibilitar que vivam momentos de partilha que os torna felizes, que não seriam tão possíveis na ausência do dinheiro.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Entretanto as pesquisas vêm corroborar ainda outro clichê, sobre a ganância. Podemos dizer que &#8220;o dinheiro não traz felicidade&#8221; para quem não usa bem, ou ainda que o dinheiro possa comprar felicidade, por possibilitar sensação de segurança e melhor controle sobre o futuro (pesquisa 1), afinal ninguém se sente feliz estando inseguro, cheio de dúvidas e angústias sobre como pagará uma conta amanhã. E também traz felicidade por propiciar momentos de partilha e satisfação (pesquisa 2).</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Mas e você, já deixou de estar bem por falta de dinheiro? Acha que o dinheiro realmente traz felicidade?</div>
<div>
<p style="text-align: justify;">Esta é a pergunta que fizeram dois grupos distintos de pesquisadores de diferentes instituições e, pasme, a conclusão dos dois estudos é a mesma!</p>
<p style="text-align: justify;">Embora com direcionamentos diferentes, as duas pesquisas foram norteadas pelo mesmo questionamento: dinheiro pode mesmo &#8216;comprar&#8217; felicidade? O <a href="http://www.apa.org/monitor/may06/money.html?imw=Y" target="_blank">primeiro estudo</a>, realizado pela University of Minnesota, e lançado no vol 90 n. 4 do <em>Journal of Personality and Social Psychology</em> (Abril/2006). A orientadora da pesquisa, a <em>PhD</em> Wendy Johnson, afirma que o dineheiro pode ajudar pessoas que estão seguras quanto à sua situação financeira a exercer maior controle acerca dos acontecimentos que podem acontecer no futuro. O sentimento de controle sobre o futuro os ajuda a sentir mais seguros e felizes.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;<em>Digamos que você está em um acidente de carro e que você está bem, apesar de seu carro estar destruído</em>,&#8221; afirma Wendy Johnson, &#8220;<em>se você está em circunstâncias financeiras apertadas, aquilo pode representar um grande problema &#8211; uma boa porção dos seus recursos financeiros ficará presa na manutenção/reparo desse carro, como resultado a situação a situação irá incidir em seu nível de satisfação quanto a vida. Mas se você for rico, pode simplesmente comprar um novo carro, ou consertá-lo. Isto não reflete em ambos na mesma intensidade.</em>&#8220;</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo envolveu 719 gêmeos do mesmo sexo, com idade variando entre os 25 e os 74 nos, a eles foi pedido que provessem informações sobre os seus ganhos anuais em várias categorias, incluindo vida pessoal e receita marital, assim como informações sobre seu status marital, número de crianças vivendo em casa e a quantidade de dinheiro que eles desembolsam com as crianças e outros parentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pesquisadores também fizeram levantamentos com os participantes em suas atitudes sobre suas finanças, como se eles sentem que tem menos ou mais dinheiro do que precisam, e sua percepção de controle com questões quais: &#8220;<em>como você classificaria a quantidade de controle que você tem sobre sua saúde estes dias?</em>&#8220;</p>
<p style="text-align: justify;">Os pesquisadores descobriram que riqueza real das pessoas independe da maneira como elas se sentem a respeito de sua situação financeira &#8211; mesmo entre gêmeos. Isto significa que aqueles que compreendem possuir quantidade de dinheiro adequada estão mais aptos a satisfazer seus desejos materiais e a reservar algumas ecnonomias, tornando-os mais propicios a sentir-se como se pudessem exercer controle sobre suas vidas. Como resultado, quando alguem evento negativo acontece em suas vidas como a ocorrência de um acidente de carro, eles estão menos propensos a sentir uma queda subatancial na satisfação com a vida, ao passo em que as despesas com os acontecimentos circunstanciais do que pessoas que estão procurando por gastar seu dinheiro em um novo stéreo, roupas ou outro item material.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;<em>O dinheiro salvaguarda as pessoas dos efeitos negativos das ocorrências infortunas</em>&#8221; diz Johnson.</p>
<p style="text-align: justify;">Interessante guardar na memória este ponto: o modo como as pessoas gastam este dinheiro influencia mais sua satisfação e segurança do que a quantidade de dinheiro que elas recebem de fato, será importante para fazer uma ponte com o resultado da próxima pesquisa, que citarei agora.</p>
<p style="text-align: justify;">A <a href="http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/dinheiro_traz_felicidade_.html" target="_blank">segunda pesquisa</a> que citarei foi realizada por pesquisadores da <em>University of British Columbia</em> (UBC) e da <em>Harvard Business School</em> e publicada na mundialmente notável <em>Science</em>. Eles afiram que aquelas pessoas que gastam bastante com presentes para outros e realizam doações são mais felizes do que seus pares.</p>
<p style="text-align: justify;">Para realizar tal pesquisa, os psicólogos da UBS deram uma bolada de dinheiro para os voluntários gastarem. Uma parte do grupo foi instruída a gastar esse dinheiro consigo mesmas e a outra metade a gastar com outras pessoas. O resultado foi que os que gastaram com os outros se avaliaram como sendo mais felizes do que os que gastaram com eles próprios.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa realizada pela <em>Harvard Business School</em> foi realizada com 16 voluntários, a quem foi pedido que medissem sua felicidade antes e depois de receberem bonificações em dinheiro. As que gastaram seu dinheiro com os outros se avaliaram como mais felizes do que os colegas de trabalho que deixaram de dividir a gratificação.</p>
<p style="text-align: justify;">“Essas descobertas sugerem que alterações bem pequenas na distribuição de gastos, algo tão pouco como US$ 5, pode ser suficiente para produzir ganhos reais de felicidade em um determinado dia”, diz a autora do estudo e psicóloga da UBC Elizabeth Dunn. (Boston Globe, <em>The New York Times</em>’ Tierney Lab).</p>
<p style="text-align: justify;">Estes resultados comprovam o que alguns há muito afirmavam ou o que outros se negam a aceitar, o dinheiro possui forte influência sobre a sensação de bem-estar do indivíduo, seja por propiciar segurança, seja por possibilitar que vivam momentos de partilha que os torna felizes, que não seriam tão possíveis na ausência do dinheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto as pesquisas vêm corroborar ainda outro clichê, sobre a ganância. Podemos dizer que &#8220;o dinheiro não traz felicidade&#8221; para quem não usa bem, ou ainda que o dinheiro possa comprar felicidade, por possibilitar sensação de segurança e melhor controle sobre o futuro (pesquisa 1), afinal ninguém se sente feliz estando inseguro, cheio de dúvidas e angústias sobre como pagará uma conta amanhã. E também traz felicidade por propiciar momentos de partilha e satisfação (pesquisa 2).</p>
<p style="text-align: justify;">Mas e você, já deixou de estar bem por falta de dinheiro? Acha que o dinheiro realmente traz felicidade?</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Joselson Silvestre</strong></p>
</div>
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		<title>Os Cegos do Outro Lado</title>
		<link>http://blog.psicologado.com/13/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 17:38:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>

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		<description><![CDATA[O ocidente é realmente estranho.
Não nos cansamos do papel de bobo, estamos sempre desejando mais.  Bem, comigo não seria diferente, e isso ficou bem claro no episódio que se segue:
 As aulas de ciências sociais (Antropologia, Política e Sociologia) são sempre intrigantes e não esclarecedoras, os debates nos chocam e cada vez mais agente se perde nos pensamentos e posicionamentos. No ultimo debate, o tema foi mutilação feminina (observe já o termo empregado), a grande África coberta por essa pratica, crianças desde o cinco anos privadas da vida sexual, centenas mortas por hemorragia, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span>O ocidente é realmente estranho.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Não nos cansamos do papel de bobo, estamos sempre desejando mais.  Bem, comigo não seria diferente, e isso ficou bem claro no episódio que se segue:</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> As aulas de ciências sociais (Antropologia, Política e Sociologia) são sempre intrigantes e não esclarecedoras, os debates nos chocam e cada vez mais agente se perde nos pensamentos e posicionamentos. No ultimo debate, o tema foi mutilação feminina (observe já o termo empregado), a grande África coberta por essa pratica, crianças desde o cinco anos privadas da vida sexual, centenas mortas por hemorragia, infecção, etc. É realmente bárbaro. Como um ocidental pode ver isso de modo natural? Não,  não dá! Parece obvio que isso é uma prática desumana e machista, dominação até a última gota de sangue das mulheres no mundo. Mas isso só na África? Não,  isso no também no século XIX nos EUA, realmente chocante. Tudo bem que visto os pontos funcionais para cada sociedade, a condição histórica da população, a tradição, cultura, valores agente compreenda o motivo de 140 milhões de mulheres (quase a população brasileira) &#8220;aceitarem&#8221; a situação. Na minha turma de Ciências Sociais (UFPE), tem uma africana ( <strong>Guiné</strong>-Bissau), alguns dias depois, vou eu, conversar com a guineana sobre seu país, fico mais chocado em saber que lá não tem universidade pública na área de humanas, e que alias a primeira universidade pública é inaugurada depois de 2000, e opera em uma situação lastimável. Também soube que o procedimento de mutilação feminina foi proibido no país, com isso o número de mulheres que morrem aumentou, já que continuam fazendo clandestinamente, em suas próprias casas, com facas, vidro, ou pedaços de metal. Há também a prática coletiva, várias crianças são circuncidadas juntas. Pareceu-me obvio que pra ela era uma verdadeira bênção estar no Brasil, mesmo assim, a pergunta inicial deveria ser feita, pra que o conjunto de outras prosseguisse: &#8220;Quando terminar o curso você vai ter que voltar pra África?&#8221;, ela, &#8220;sim&#8221;, eu continuo, &#8220;você gostaria de ficar no Brasil?&#8221;, &#8220;não&#8221;, depois dessa resposta o conjunto de outras perguntas que já se encontravam formuladas se perderam. Ela quer voltar pra <strong>Guiné</strong>-Bissau? Um país que 44,8% da população é analfabeta, está em 10° lugar em mortalidade infantil mundial (112,7/mil) e uma expectativa de vida de 45 anos? Então eu continuo com perguntas totalmente improvisadas, &#8220;mas&#8230; tem trabalho lá pra cientista social?&#8221;, &#8220;não, mas agente dá um jeito&#8221;. Então me vem na mente a única possibilidade daquilo está acontecendo, uma luz apareceu e a explicação parecia agora clara, &#8220;Ah, você deve está com muita saudade da família e amigos, não é?&#8221;, ela já parecendo cansada da idiotice ocidental: &#8220;não é isso, eu estou com saudade da ÁFRICA&#8221;.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> E por um momento eu penso em ter ouvido os pensamentos dela dizendo: &#8220;vocês nunca vão entender&#8221;.</span></p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<p class="MsoNormal">Por Énderson Carvalho.</p>
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		<title>Notícias no Psicologado</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Apr 2009 04:01:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[evolucionista]]></category>
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		<description><![CDATA[o site agora conta com uma seção de notícias, para além de conteúdo também atualizar nossos leitores com as novidades do campo da psicologia.
Também conta com uma seção de videos relacionados à psicologia, para estrear nossa seção de vídeos uma excelente entrevista veiculada no GloboNews sobre a psicologia evolucionista, vale a pena conferir!
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			<content:encoded><![CDATA[<p>o site agora conta com uma seção de notícias, para além de conteúdo também atualizar nossos leitores com as novidades do campo da psicologia.</p>
<p>Também conta com uma seção de videos relacionados à psicologia, para estrear nossa seção de vídeos uma excelente entrevista veiculada no GloboNews sobre a psicologia evolucionista, vale a pena conferir!</p>
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		<title>SAVAGE GRACE</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2009 01:06:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flora Fernandes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[Sinopse (in &#8220;adorocinema.com/filmes/savage-grace&#8221;)
Barbara Daly Baekeland (Julianne Moore) é uma mulher bonita e carismática. Mas isso não é suficiente para apagar o abismo de classes existente entre ela e seu marido, Brooks (Stephen Dillane), o herdeiro da fábrica de plásticos Bakelite. Quando Tony (Eddie Redmayne), o único filho do casal, nasce, essa delicada relação desaba. Tony é visto pelo pai como um fracassado e, conforme amadurece, se aproxima da solitária mãe.
Essa é a sinopse de &#8220;Savage Grace&#8221; que apesar de ter ganhado como título a denominação &#8220;Pecados Inocentes&#8221; &#8211; (meio clichê) ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 343px"><img alt="filme absurdamente bom" src="http://www.adorocinema.com/filmes/savage-grace/savage-grace-poster01.jpg" title="savage_grace_poster" width="333" height="500" /><p class="wp-caption-text">filme absurdamente bom</p></div>
<p>Sinopse (in &#8220;adorocinema.com/filmes/savage-grace&#8221;)<br />
Barbara Daly Baekeland (Julianne Moore) é uma mulher bonita e carismática. Mas isso não é suficiente para apagar o abismo de classes existente entre ela e seu marido, Brooks (Stephen Dillane), o herdeiro da fábrica de plásticos Bakelite. Quando Tony (Eddie Redmayne), o único filho do casal, nasce, essa delicada relação desaba. Tony é visto pelo pai como um fracassado e, conforme amadurece, se aproxima da solitária mãe.</p>
<p>Essa é a sinopse de &#8220;Savage Grace&#8221; que apesar de ter ganhado como título a denominação &#8220;Pecados Inocentes&#8221; &#8211; (meio clichê) na versão nacional é ume excelente filme. E pra quem quer testar até quando vai o &#8220;não-julgamento&#8221; ainda melhor. Bom para analisar e refletir tabus.</p>
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		<title>atualização nos links</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Mar 2009 07:52:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foram atualizados os links das páginas, para ficar mais intuitiva a navegação, sem numerações dessa vez.
Para quem tem salvo link no navegador (favoritos) não se preocupe, os antigos links continuam funcionando para acessar os conteúdos.
exemplo de como eram os antigos links e como são os atuais:
/site/atuacao/50-psicologia-organizacional/130-historia-da-psicologia-organizacional.html
agora ficou:
/site/atuacao/psicologia-organizacional/historia-da-psicologia-organizacional
=D
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Foram atualizados os links das páginas, para ficar mais intuitiva a navegação, sem numerações dessa vez.</p>
<p>Para quem tem salvo link no navegador (favoritos) não se preocupe, os antigos links continuam funcionando para acessar os conteúdos.</p>
<p>exemplo de como eram os antigos links e como são os atuais:</p>
<p>/site/atuacao/50-psicologia-organizacional/130-historia-da-psicologia-organizacional.html</p>
<p>agora ficou:</p>
<p>/site/atuacao/psicologia-organizacional/historia-da-psicologia-organizacional</p>
<p>=D</p>
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		<title>Blog do Psicologado.com</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 17:29:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este é o blog do site Psicologado.com, onde vocês poderão acompanhar as atualizações, novidades, notícias, dentre outras coisas, além de poder opinar e interagir com a equipe.
Abraços
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este é o blog do site Psicologado.com, onde vocês poderão acompanhar as atualizações, novidades, notícias, dentre outras coisas, além de poder opinar e interagir com a equipe.</p>
<p>Abraços</p>
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